Ó cidade,
Tu que viste meu nascer,Tu que me ensinaste tuas ruas e ruelas,
Mija cão ou mija gato,
De Santa cruz á portagem,
Todas os teus recantos,
Todos os teus encantos,
Quando em ti penso ó cidade.
Tu e teu choupal,
Parque verde, ponte pedonal,
Da sereia ao botânico,
Da praça até á sé,
Teus bares em noites boémias,
Trajados ou banalmente vestidos,
Tu ó cidade que me fazes lembrar-te.
Quinta das lágrimas histórias de amor,
Sempre lembramos Pedro e Inês,
És inspiração de poetas,
Muitos te escrevem outros te cantam,
Serás Coimbra do coração,
Sempre presente na alma de quem cá vive ou viveu.
Tu ó cidade,
Tens encanto na despedida,
Charme e ternura na chegada,
Magia em cada calçada,
Memórias eternas dos doutores,
Que por ti passaram e ainda passam,
Aqueles que te cantam,
Aqueles que como eu te sentem,
Aqueles que como eu te vivem.
Ó Coimbra do Mondego,
Minha adorada cidade,
Minhas lágrimas são flores,
Quando estou longe e em ti penso.
Ó Coimbra meu amor...
Pedro Albuquerque

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