Sinto a poesia como árvore,
Sublime, majestosa, deslumbrante.
A vida,
A vida,
Nossas vidas,
Aos meus olhos são poemas,
Ramificadas como que ao vento,
Resistentes ás intempéries,
Nossos dias esvoaçando,
Como folhas de árvores no outono.
A poesia transporta minha alma,
Ao encontro das minhas raízes mais profundas,
Minha verdadeira essência.
A poesia alimenta meu ego, meu prazer,
Tal como raíz de árvore,
Alimenta seus ramoso suas folhas seu tronco,
Que a prende á vida,
Conferindo-lhe força brilho e cor,
Um poema da natureza,
Exuberante, deslumbrante, único.
Minha vida não é poesia,
Minha vida não é árvore,
Quando escrevo é minha mente divagando,
Como magnólia florida,
Espalhando cor e magia,
Que um dia o vento haverá de levar.
Aos meus olhos são poemas,
Ramificadas como que ao vento,
Resistentes ás intempéries,
Nossos dias esvoaçando,
Como folhas de árvores no outono.
A poesia transporta minha alma,
Ao encontro das minhas raízes mais profundas,
Minha verdadeira essência.
A poesia alimenta meu ego, meu prazer,
Tal como raíz de árvore,
Alimenta seus ramoso suas folhas seu tronco,
Que a prende á vida,
Conferindo-lhe força brilho e cor,
Um poema da natureza,
Exuberante, deslumbrante, único.
Minha vida não é poesia,
Minha vida não é árvore,
Quando escrevo é minha mente divagando,
Como magnólia florida,
Espalhando cor e magia,
Que um dia o vento haverá de levar.
Pedro Albuquerque

Comentários
Enviar um comentário