Proteína Animal
O nosso consumo de proteína animal é altíssimo, o valor desse consumo per capita comparativamente com os outros paises europeus é brutal e segundo os cientistas também é um dos factores que influência que tenhamos taxas mais elevadas de doentes cardíacos, de colesterol, obesidade e diabetes, há portanto que procurar reduzir esse consumo exagerado.
Descobrir estratégias que ajudem nessa diminuição do consumo de carne e peixe é importante e por isso deixo algumas dicas que talvez ajudem: Preencher e colorir o prato quer seja com legumes, leguminosas, frutos, frutos secos, sementes, tubérculos mas também alguns hidratos de carbono, batata, arroz, massas, pão, mas estes últimos em menor quantidade, poderá ser uma das soluções, convém é que sejam vários os acompanhamentos da proteína.
Conseguir ser original na decoração do prato, conseguir uma decoração fantástico tornando o prato muito atrativo, misturar aromas e sabores muito distintos, formatos originais dos elementos alimentares do prato também transporta as pessoas a um outro pensamento e estado de espírito que não seja apenas a gula desenfreada.
Purés coloridos, combinações improváveis, doce e sal no mesmo prato, pesquisa incessante das novas tendências, é imperativo para cativar e atrair para esses aromas.
A embalagem, ou seja o recipiente do empratamento deve ser moderno, atrativo, bem doseado, arrojado, original.
Dividir a carne e o peixe em pedaços pequenos espalhando no prato permite diminuir a quantidade da proteína e dar a sensação de maior quantidade, sempre que possível associar frutos, frutos secos ou sementes ao prato.
Cortar bifes bastante finos, tiras, cubos pequenos é uma das formas de multiplicar e parecer que é mais, quando na realidade não é.
Arranjar tempo suficiente para fazer as refeições em paz, saboreando lentamente essa refeição, para que o nosso estômago tenha o tempo necessário para comunicar com o nosso cérebro de que já está satisfeito, algo que os cientistas dizem que demora pelo menos 30 minutos, portanto não deixar que ele se deixe levar pela gula e sim pela racionalidade e ponderação alimentar.
Para que possamos mudar os nossos hábitos de consumo excessivo de carne e peixe, temos de encontrar mecanismos de alterar as rotinas alimentares erradas, logo a visão o olfato têm de ter uma contribuição forte para aceitação do nosso palato por coisas e formas diferente de ver a nossa alimentação, por nós, pela nossa saúde, por hábitos mais saudáveis para os nossos filhos e netos, pelo equilíbrio do planeta.
Pedro Albuquerque
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